A descoberta
Tudo começou no segundo ultrassom morfológico. Foi ali que eu descobri a fissura lábio-palatina da Eulália.
Pela posição em que ela estava, deu para ver o tipo de fissura, mas não dava para saber com certeza até onde ela ia no palato. Isso varia muito: depende da posição do bebê e do que ele mostra no exame. Quando a fissura atinge só o palato, muitas vezes ela não aparece no ultrassom.
O que eu faria ainda na gestação
Se eu pudesse voltar ao dia do ultrassom, estas seriam as minhas prioridades:
- Pedir a regulação no SUS. A mãe pode ser regulada para o centro de tratamento da fissura ainda na gestação. Veja como no caminho pelo SUS.
- Conhecer os caminhos para a cirurgia. Uma consulta com um cirurgião especialista, ainda na gestação, permite planejar o tratamento e o pagamento com antecedência. Veja a cirurgia.
- Consultar uma fonoaudióloga com experiência em fissura. Ela orienta a amamentação e os itens que você vai precisar. Veja a alimentação nos primeiros dias.
- Estudar amamentação e montar o enxoval. Chegar à maternidade com tudo pronto faz diferença. Veja a lista do enxoval.
© 2026 Géssica Danielle · Guia “Fissura lábio-palatina: os primeiros meses” · Proibida a reprodução, total ou parcial, e a criação de materiais derivados sem autorização da autora.
Entendendo a fissura
A fissura lábio-palatina acontece no início da gestação, quando partes do rosto do bebê não se unem por completo. Ela pode atingir o lábio, a gengiva e o céu da boca (o palato), em um ou nos dois lados.
Os tipos de fissura
No Brasil, a classificação mais usada é a de Spina, que toma como referência um pequeno orifício no céu da boca chamado forame incisivo (COSTA et al., 2018). Na prática, ela separa as fissuras assim:





Fotos: adaptadas de FREITAS et al. (2012), artigo do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da USP, com licença Creative Commons. Ver o artigo original.
Também existem as fissuras raras da face, que envolvem outras regiões e são bem menos frequentes (LIMA et al., 2015).
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Alimentação nos primeiros dias
Sim, é possível amamentar no peito. Mas o bebê com fissura no palato quase sempre precisa de complemento, porque a sucção é diferente.
A alimentação da Eulália, fase a fase
- Ao nascerEu extraía o meu leite e oferecia no copinho. Depois, colocava a Eulália no peito, para estimular. Aos poucos, fomos nos adaptando.
- Primeiras semanasEla mamou no peito, no copinho, na colher dosadora e na mamadeira chuquinha Lillo. Cada opção ajudou em um momento.
- HojeEla mama só na mamadeira, porque está tomando fórmula.
- Depois da cirurgiaSegundo o cirurgião, ela vai continuar com a mamadeira. Se não mamar bem, ou se houver risco para a cirurgia, a alimentação será adaptada com almotolia (um frasco de plástico que se aperta) ou com seringa.
Nos primeiros 28 dias: a ordem que funcionou
A ordem faz toda a diferença. O bebê não aguenta esperar: se você tira ele do peito e só então vai extrair o leite, ele fica irritado e chora. Por isso, o complemento precisa estar pronto antes.
- Antes da mamada, extraia o leite. Use a bomba manual ou elétrica e já coloque o leite na chuquinha.
- Coloque o bebê no peito. No nosso caso, eu posicionava a mama para cobrir a fenda: a fissura da Eulália é do lado esquerdo, então eu fechava esse lado com a mama. O bebê faz a sucção do jeito dele.
- Assim que tirar do peito, ofereça a chuquinha. O leite já está pronto, então o bebê não espera. Sempre com o bebê sentado, nunca deitado.
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O bico da mamadeira
Onde eu encostava o bico
No começo: encoste o bico no lado da fenda, para vedar a abertura. Assim entra menos ar.
Perto da cirurgia: acostume o bebê a mamar pelo lado sem fissura. Depois da cirurgia, o lado operado precisa ser poupado, e o bebê já vai estar adaptado.
Furar ou não o bico
Leite materno: não aumente o furo. O leite materno é fino, e um furo maior solta leite demais e pode engasgar o bebê.
Fórmula espessa: o leite é grosso e pode não passar pelo furo original.
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Na maternidade
Chegue preparada. Na minha experiência, ganhando pelo SUS, a maternidade não me deu nenhuma preparação para alimentar um bebê com fissura. E o leite materno pode demorar alguns dias para descer.
Por isso, leve na bolsa as suas opções: a bomba para estimular e extrair o leite, o copinho, a colher dosadora e a mamadeira chuquinha. Esses foram os itens essenciais nos primeiros dias da Eulália, indicados pela fonoaudióloga que eu contratei. Você encontra todos na lista do enxoval.


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A fita no lábio e o modelador nasal
A fita adesiva colocada sobre o lábio aproxima as bordas da fenda antes da cirurgia. Esse foi o conselho que eu mais gostaria de ter recebido no primeiro dia.

Uma consulta pode mudar o caminho
Eu fazia todo o acompanhamento da Eulália pelo SUS. Foi só quando descobri o Dr. Rafael Denadai, cirurgião plástico e craniofacial especialista em fissura, que recebi a orientação sobre a fita.
Mesmo que a cirurgia do seu bebê vá ser feita pelo SUS, você pode pagar uma consulta com um especialista para receber as orientações sobre a fita e os cuidados até a data da cirurgia.
O modelador nasal


Junto com a fita, a Eulália usa um modelador nasal: uma pequena peça de silicone que entra na narina do lado da fissura e fica presa com fita. Ele ajuda a levantar e a moldar o nariz antes da cirurgia.
Esse tipo de aparelho, chamado na literatura de elevador nasal, é usado com a fita no lábio como uma forma simples de ortopedia pré-cirúrgica (HERAVI et al., 2019).
Cuidando da pele
A fita fica colada todos os dias, então a pele do bebê precisa de proteção. Eu uso dois produtos:


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Refluxo, peso e cólicas
O leite materno é excelente. Mesmo assim, alguns bebês com fissura não ganham peso no começo, e isso precisa ser acompanhado de perto.
Segundo a orientação que recebi da pediatra, o bebê com fissura engole mais ar e gasta mais energia para mamar. Isso aumenta o gorfo, o desconforto e o choro.
Sinais para levar ao pediatra
- Peso parado ou ganho de peso lento.
- Gorfo frequente, em quantidade grande.
- Irritação e choro forte depois das mamadas.
- Barriga dura, muitos gases e dificuldade para fazer cocô.
O que me ajudou nas cólicas
A principal técnica foi a paciência. Junto com ela, estas quatro ajudaram muito a Eulália a soltar os gases e fazer cocô:
Na internet há bons vídeos que ensinam a massagem passo a passo. Vale assistir antes de começar.
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Anotar tudo: o diário da Eulália
Quando a Eulália não ganhava peso, eu comecei a anotar tudo o que acontecia com ela. Isso mudou as consultas com a pediatra.
Com os horários e as quantidades anotados, eu deixei de chegar à consulta com impressões do tipo “acho que ela mama pouco”. Eu levava números, e a pediatra conseguia analisar melhor por que ela não engordava e o que precisava mudar.
O que eu anoto
Como eu faço
- Eu mando os horários por mensagem. Uso um assistente de inteligência artificial (o Claude). Escrevo, por exemplo: “mamou das 9h46 às 9h55, sobraram 40 ml”.
- O registro vai para a agenda. O assistente organiza cada informação no Google Agenda, sempre no mesmo formato: mamada, soneca, banho, peso, consulta.
- Ele me devolve os próximos horários. Na nossa rotina, a próxima mamada é 3 horas depois do início da anterior, e a próxima soneca, 1h30 depois que ela acorda. Assim eu me organizo e a Eulália ganha rotina.
- Antes da consulta, peço um resumo. Volume médio por dia, número de mamadas, pesos e tudo o que foi diferente na semana.

Exemplo de resumo levado à pediatra (agosto)
- Volume médio: cerca de 622 ml por dia, em 5 a 6 mamadas.
- Último peso: 4,590 kg.
- Mamada agitada à noite: suspeita de fluxo fraco no bico.
- Mamadas de 40 a 50 minutos.
Com esses dados, a pediatra ajustou a conduta na mesma consulta.
Um dia real: 13 de outubro
- 05h38180 ml
- 08h38180 ml
- 12h18160 ml
- 15h06180 ml
- 17h57150 ml
- 19h53120 ml
Total do dia: 970 ml em 6 mamadas
O que os registros mostraram
Em dois meses e meio, foram mais de 370 mamadas anotadas. O gráfico mostra a média de leite por dia em cada semana (barras) e os pesos registrados (linha).
Você não precisa de tecnologia
O mais importante é anotar. Pode ser num caderno, numa planilha ou num aplicativo. A inteligência artificial me ajudou porque eu só preciso mandar uma mensagem, e ela organiza tudo. Mas quem interpreta os dados e decide o tratamento é sempre a pediatra.
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Audição
A audição precisa de atenção especial. Bebês com fissura têm mais chance de acumular líquido no ouvido.
- Teste da orelhinha. É a triagem feita na maternidade. Bebês com fissura podem não passar nesse teste.
- Consulta com o otorrino. Ele avalia o resultado e decide os próximos exames.
- BERA. Exame que mede a resposta do ouvido e do cérebro ao som. Exames de imagem só se o otorrino indicar.
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O caminho pelo SUS
O SUS funciona. Ele garante o tratamento da fissura em centros especializados, para quem não tem condições de pagar e para quem escolhe esse caminho.
O que pesa é a burocracia. Cada etapa é um protocolo, e isso dá muita dor de cabeça, principalmente para uma mãe que está começando e ainda não conhece a fissura. Quando a criança chega ao centro de tratamento, as cirurgias acontecem por etapas, e em cada uma o bebê passa por um novo procedimento e uma nova recuperação.
- Encaminhamento na maternidade. Quando o bebê nasce pelo SUS, a maternidade entrega uma guia de encaminhamento para um centro especializado em fissura.
- Regulação. A família leva a guia à central de regulação do município, que faz todo o trâmite para conseguir a vaga no centro.
- Cobrança. Acompanhe o processo e cobre com frequência. Sem isso, pode passar muito tempo sem a criança chegar ao centro.
- Atendimento no centro. Com a vaga, a criança passa a seguir os protocolos do centro, que também são burocráticos.
Duas equipes, um direito
A criança regulada tem direito ao acompanhamento no centro especializado e também aos profissionais da cidade onde mora.
No centro especializado
- Otorrino
- Fonoaudiólogo
- Fisioterapeuta
- Psicólogo
- Cirurgiões
No centro que acompanha a Eulália, o pediatra não faz parte da equipe.
Na sua cidade
- Pediatra
- Otorrino
- Fonoaudiólogo
Procure esses profissionais pelo SUS da sua cidade e mantenha o acompanhamento.
O papel do pediatra
O bebê com fissura tem as mesmas cólicas, gorfos e dificuldade para fazer cocô (disquesia) que qualquer bebê. O pediatra orienta tudo isso como faria com uma criança sem fissura.
A fissura acrescenta a dificuldade na sucção, que exige que a mãe aprenda como o bebê funciona e se adapte a ele. Como entra mais ar, as cólicas podem ser mais fortes. Por isso, escolha um pediatra que acompanhe de perto.
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A cirurgia
Existe mais de um caminho cirúrgico. Conhecer as opções cedo dá tempo para a família escolher e se planejar.
Protocolo em etapas pelo SUS
No SUS, o tratamento é dividido em várias cirurgias ao longo do crescimento (LIMA et al., 2015). No centro que acompanha a Eulália, a sequência é esta:
- A partir de 3 mesesCirurgia do lábio, se o bebê tiver 5 kg e estiver em boas condições: sem infecção e com os exames em dia.
- Antes de 1 anoCirurgia do palato.
- Ao longo do crescimentoAs demais cirurgias, uma de cada vez, como o enxerto de osso na gengiva e outras correções.
O caminho que escolhemos
Com o Dr. Rafael Denadai, cirurgião plástico e craniofacial, o plano apresentado para a Eulália tem duas cirurgias:
- Primeira cirurgiaLábio, gengiva e nariz, no mesmo procedimento.
- Segunda cirurgiaFechamento do palato.
- Se necessárioUma cirurgia complementar quando a criança for maior, decidida depois de uma avaliação.
Se eu pudesse voltar no tempo
Muitas mães me perguntam como eu cheguei ao Dr. Rafael Denadai. Foi assim:
- Na gestaçãoDescobri a fissura no segundo ultrassom morfológico e comecei a pesquisar tudo sobre o assunto.
- Os primeiros mesesFiz todo o acompanhamento pelo SUS, sem saber que existia outro caminho.
- Outubro de 2026Conheci o Dr. Rafael, fizemos a consulta e começamos o planejamento da cirurgia da Eulália.
Como funciona a consulta: ela é online, então você pode fazer de qualquer cidade. Na consulta, ele já apresenta o planejamento da cirurgia e os valores, com as formas de pagamento. Os valores variam, porque cada fissura é de um jeito: cada criança tem o seu valor.
E o plano de saúde?
O que eu faria diferente: se eu tivesse conhecido o Dr. Rafael no dia em que descobri a fissura, teria marcado a consulta ainda na gestação. Quem descobre cedo pode começar o parcelamento antes do nascimento e se planejar para que a primeira cirurgia aconteça por volta dos 3 meses, quando o bebê chega aos 5 kg.
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Lista do enxoval
Quando o bebê nasce, você precisa ter opções à mão. Compre com antecedência e compare preços: o que importa é o modelo, não a loja.
As indicações abaixo refletem a minha experiência com a Eulália. Os links são só para facilitar a sua busca; você pode comprar onde preferir.
Marque o que você já tem. A lista fica salva neste aparelho.
- Para alimentar
-

Mamadeira chuquinha Lillo, 50 ml (0 a 3 meses)
A mamadeira dos primeiros dias. Confirme com a equipe se o bico serve para a fissura do seu bebê.
Abrir no Mercado Livremercadolivre.com.br/p/MLB24770456 -

Copinho para recém-nascido Buba
Para dar o leite sem mamadeira, como na maternidade.
Abrir no Mercado Livremercadolivre.com.br/copinho-pa…a/up/MLBU761348179 -

Colher dosadora Buba, 90 ml
Oferece o leite aos poucos, com bom controle do fluxo.
Abrir no Mercado Livremercadolivre.com.br/p/MLB42890772 - Para extrair e guardar o leite
-

Bomba elétrica NCVI, sem fio
A que eu usei em casa. Silenciosa e com três tamanhos de funil.
Abrir no AliExpresspt.aliexpress.com/item/1005007730147966.html -

Bomba manual com mamadeira
Ótima para levar na bolsa e para os primeiros dias.
Abrir no Mercado Livremercadolivre.com.br/bomba-tira…/up/MLBU1414719855 -

Potes de vidro para leite materno (10 × 200 ml)
Guardam o leite na geladeira com segurança.
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Sacos para congelar leite materno (50 unidades)
Economizam espaço no congelador.
Abrir no Mercado Livremercadolivre.com.br/p/MLB54638623 - Para o conforto
-

Travesseiro anti-refluxo (rampa)
Mantém o bebê com o tronco elevado depois de mamar.
Abrir no Mercado Livremercadolivre.com.br/bebe-trave…/up/MLBU3192280828 Observação importante
Bebês com fissura lábio-palatina costumam ter muito refluxo. Por isso, manter o bebê com o tronco elevado depois das mamadas, no colo, no carrinho ou na rampa, ajuda a evitar o gorfo e o desconforto.
Na hora de dormir, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que bebês menores de 1 ano durmam de barriga para cima, em berço com superfície firme e não inclinada, sem travesseiros (SBP, 2023). Use a rampa com o bebê acordado e sob supervisão, e converse com o pediatra sobre o sono do seu bebê.
- Para a fita no lábio
-

Fita adesiva elástica, cor rosa
Só com indicação médicaA fita que usamos no lábio da Eulália.
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Creme barreira Cavilon (3M)
Só com indicação médicaProtege a pele antes de colar a fita.
Em farmácias e lojas de produtos hospitalares -

Spray removedor de adesivo Brava (Coloplast)
Só com indicação médicaTira a fita sem machucar a pele.
Em farmácias e lojas de produtos hospitalares - Só com receita ou indicação do pediatra
-

Fórmula Nan Espessar, lata de 800 g
Só com indicação médicaA fórmula espessada que ajudou no refluxo da Eulália.
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Probiótico Colidis em gotas
Só com indicação médicaUsado nas fases de cólica, conforme a pediatra.
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Conhece outra família que vai precisar desta lista?Mandar para outra família
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Você não está sozinha
Quando descobri a fissura da Eulália, procurei um material como este e não encontrei: informação clara, prática e honesta, de quem já passou pelo caminho. Este guia nasceu dessa falta. Espero que ele encurte o seu caminho.
Com carinho, Géssica
Mandar para outra famíliaBaixar em PDF
Este material reúne a experiência de uma mãe e informações de fontes científicas. Ele não substitui a avaliação da equipe de saúde que acompanha o seu bebê. Cada criança é única: converse sempre com os profissionais que acompanham o seu filho antes de mudar qualquer cuidado.
Versão de outubro de 2026.
© 2026 Géssica Danielle. Todos os direitos reservados. Este guia é de autoria de Géssica Danielle. Você pode compartilhar o link da versão online, mas não pode copiar, reproduzir ou distribuir o conteúdo sem autorização da autora.
Versão online: fissurinha.spx.ia.br
Referências
Clique no link abaixo de cada referência para abrir a fonte e conferir a informação.
AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (Brasil). Cobertura Parcial Temporária: cartilha do consumidor. Rio de Janeiro: ANS, [s.d.].
https://www.gov.br/ans/pt-br/arquivos/assuntos/consumidor/caminho-do-consumidor/Cartilha_de_Cobertura_Parcial_Temporria_A5_r06.pdfCOSTA, Verônica Cristine Rodrigues; SILVA, Rayanne Costa da; OLIVEIRA, Isabella Frota de; PAZ, Lucas Benfica; POGUE, Robert; GAZZONI, Luciano. Aspectos etiológicos e clínicos das fissuras labiopalatinas. Revista de Medicina e Saúde de Brasília, Brasília, v. 7, n. 2, p. 258-268, 2018.
https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rmsbr/article/download/9244/6001/45713DENADAI, Rafael; LO, Lun-Jou. Toward reducing the surgical burden of care: modern longitudinal life-changing concept in cleft care. Journal of the Formosan Medical Association, v. 119, n. 6, p. 1013-1015, 2020. DOI: 10.1016/j.jfma.2019.10.017. Acesso aberto.
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https://www.managementboek.nl/boek/9789811931628/current-concept-in-cleft-surgery-rafael-denadaiFREITAS, José Alberto de Souza et al. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies/USP (HRAC/USP) – Part 1: overall aspects. Journal of Applied Oral Science, Bauru, v. 20, n. 1, p. 9-15, 2012. DOI: 10.1590/S1678-77572012000100003.
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https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/23990b-NotaAlerta-Recomend_AAP_SonoSeguro_1ano.pdfTRINDADE, Inge Elly Kiemle; TRINDADE-SUEDAM, Ivy Kiemle; TRINDADE, Sergio Henrique Kiemle; SAMPAIO-TEIXEIRA, Ana Claudia Martins et al. Tratado de fissuras labiopalatinas: avanços no diagnóstico e tratamento interdisciplinar. 1. ed. Thieme Revinter, 2024. ISBN 978-65-5572-291-8.
https://www.amazon.com.br/Tratado-Fissuras-Labiopalatinas-Diagn%C3%B3stico-Interdisciplinar/dp/6555722916